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Tarifa Indexada

Com a oscilação dos preços da energia nos mercados internacionais, aumentam as dúvidas e a procura por tarifas de energia que permitam uma poupança na fatura. Neste artigo, explicamos o que é a Tarifa Indexada, quais as vantagens e desvantagens dela e como funciona o mercado de energia.

O que é a Tarifa Indexada?

Na Tarifa Indexada, o preço é indexado à cotação do mercado diário da energia, sendo que o cliente paga, a cada hora, o preço real da energia, acrescido de um valor pela gestão do contrato.

Tendo esta tarifas uma componente variável, que se baseia nos preços grossitas, o preço da energia (KWh) faturado ao cliente, estará sujeito à variação do custo de energia transacionada no mercado OMIE (Operador do Mercado Ibérico de Energia).

O que é o OMIE e como funciona?

O Operador do Mercado Ibérico de Energia – OMIE – é um organismo que atua dentro do mercado Ibérico de Eletricidade (MIBEL), tendo como objetivo a gestão, numa base diária, do preço da energia transacionado no mercado ibérico, entre produtores e comercializadores de energia.

Diariamente, o OMIE comunica o preço médio do mercado de eletricidade, tanto de hora em hora como diário, o volume de energia transacionado e, ainda, o mix de origem da energia produzida e transacionada. Esta informação poderá ser consultada no website da OMIE.

Quais as vantagens e desvantagens da Tarifa Indexada?

Este tipo de Tarifa traz vantagens e desvantagens, uma vez que irá pagar um preço diferente a cada hora, em função dos mercados grossistas e da sua elevada volatilidade.

Vantagens

  • Existe uma única fórmula simples, fixa e transparente, acordada no momento da celebração do contrato, com aplicação durante toda a duração do mesmo.
  • Tem a possibilidade de conhecer os preços de energia praticados para o dia seguinte.
  • Em cenários de descida de preço em OMIE, verá esse valor refletido na sua fatura.
  • Não paga à comercializadora o prémio de risco e outros encargos, que estão associado à contratação de uma tarifa fixa.
Desvantagens
 
  • Imprevisibilidade na fatura de energia, uma vez que o valor irá depender de todas as variáveis que afetam o custo de energia transacionado.
  • Na contratação deste tipo de tarifas, por norma, não existem outras vantagens e descontos.
  • Risco de pagar preços elevados pela energia, em caso de subidas repentinas no custo da energia transacionada, mesmo existindo um limite máximo.
Como funciona o MIBEL?
 
No Mercado Ibérico da Energia Elétrica (MIBEL), a energia é comercializada diariamente e funciona com o objetivo de realizar transações de eletricidade, através da apresentação de ofertas de compra e venda, por todos os players de ambos os países, para as vinte e quatro horas do dia seguinte. Por conseguinte, todos os dias, pelas 12h00, são estipulados os preços e as fontes de produção de energia para o dia seguinte.
 

Este mercado rege-se por um modelo marginalista, em que os produtores de eletricidade fazem ofertas com base no custo marginal de produção, que inclui, por exemplo, o custo com combustível, o custo das emissões, o custo variável de operação e manutenção e os impostos. Posteriormente, todas as ofertas são organizadas por uma ordem crescente. Por outro lado, as ofertas dos comercializadores, para a compra de energia, são organizadas tendo por base o preço da compra, numa ordem decrescente.