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efeito fotovoltaico

Energia Fotovoltaica: O que é o efeito fotovoltaico?

Sabe o que é o efeito fotovoltaico? As energias renováveis posicionaram-se como um aliado na crise energética. Os estudos refletem a evolução otimista que apresenta no país. Durante 2021, gerou-se mais energia solar do que nunca no território nacional.

A tendência é consideravelmente positiva, não se pode negar. No entanto, grande parte da população desconhece as características e oportunidades que esta opção apresenta. 

O que é o efeito fotovoltaico e como funciona?

 

Pode definir-se de forma concisa. Consiste em aproveitar a radiação solar para processá-la e convertê-la em energia elétrica. Para isso, recorre-se à propulsão de eletrões conforme a radiação eletromagnética produzida pelos raios solares.

Atualmente, é uma das fontes renováveis com maior utilidade na sociedade. O Ministério do Ambiente e da Ação Climática valoriza as suas «imensas possibilidades de aplicação». Neste sentido, é essencial para o funcionamento de plantas de geração elétrica, indústrias ou dispositivos de tamanho reduzido.

Maioritariamente, o efeito fotovoltaico é possível graças ao silício. Trata-se de um material semicondutor que, após absorver radiação solar, emite eletrões entre as suas camadas. Desta forma, gera-se a corrente elétrica que transfere a energia a outro dispositivo. Esta é a base do seu mecanismo e onde se encontra a sua ampla versatilidade.

As células fotovoltaicas

 

Como mencionámos antes, o silício é o material mais empregue nas células fotovoltaicas. Deve saber que há dois tipos principais que se utilizam hoje em dia:

  • Monocristalinas. Incorporam um único cristal de silício e tendem a ser altamente eficiente. O percurso efetuado pela radiação é mais simples, graças à sua superfície mais homogénea. Os eletrões podem abranger uma maior extensão para um rendimento maior com um gasto energético inferior.
  • Policristalinas. Combinam vários fragmentos de cristal de silício, mas requerem mais energia. As secções alinham-se e formam orientações distintas, o que dificulta o fluxo da radiação. Contudo, são mais económicas, pois são mais fáceis de produzir em plantas especializadas.

Além do silício, podem encontrar-se outros materiais de fabrico de células solares:

  • Orgânicas. Também conhecidas como «células à base de polímeros» ou «células à base de plásticos», são uma opção mais sustentável. Contam com materiais à base de carbono, o que se traduz numa eficiência mais destacada. As suas principais vantagens são a sua flexibilidade, a sua transparência e a sua durabilidade.
  • De película fina. São fabricadas com quatro materiais principais (telureto de cádmio, arsenieto de gálio, silício amorfo e seleneto de cobre, índio e gálio). Valoriza-se, sobretudo, a sua maior leveza e a sua menor grossura, mas não são tão eficientes como as de silício.
  • De perovskita. Recentemente, esta opção consolidou-se como uma alternativa ao silício, apesar de não contar com qualidades técnicas idênticas. Ao serem baseadas em materiais como o óxido de cálcio e titânio, são mais económicas e permitem rentabilizar o investimento num menor prazo.

De que forma é aplicado o efeito fotovoltaico?

 

Este efeito é aplicado nos sistemas de energia solar fotovoltaica, por exemplo, em painéis solares, o que quer dizer que este efeito fotovoltaico permite gerar energia renovável, tanto para autoconsumo, como em comunidades solares.

A energia proveniente do sol é uma das fontes de energia renováveis mais eficientes, económicas e amigas do ambiente. Desempenha um papel fundamental na transição energética, uma vez que é impulsionadora de economias mais limpas que protegem o ambiente, melhoram o bem-estar das pessoas e garantem a sustentabilidade do planeta.

Todas as tarifas de eletricidade da Repsol, no segmento residencial, são provenientes de fontes renováveis, não apenas de energia solar, mas outras que também contribuem para diminuir as emissões de CO2 e atingir o objetivo de neutralidade carbónica em 2050.